Desde que comecei a ler, me apaixonei pelas letras. Passava horas na biblioteca da escola e enquanto não terminava um livro, não me separava mais dele. Na verdade,esse foi o meu mundo durante muito tempo, na minha infância. Ler um livro era viajar por mundos encantados, viver um conto de fadas e sonhar sonhos cheios de encanto e magia. Escrever era tudo o que eu queria. Desafiar as letras, brincar com elas e fazer delas o meu mundo encantado. Foi esse o meu sonho. Quando comecei a escrever, queria que as palavras tivessem a mesma magia que me encantava quando lia. Não sei se consegui transmitir tudo isso em meus poemas, mas o certo é que escrever faz parte do meu ser. Não saberia viver sem descrever os meus sentimentos. Foi assim que tudo começou...e a idéia de fazer um blog surgiu.
Obrigada por estares aqui.

Desligue o Som do Blog
no Rodapé da Página,
onde há uma SETA,
indicando
o local certo.

Estou preparando
meu primeiro Livro
de Poemas.
Promessa essa que fiz
ao meu Avô,
que tantas estórias
me contou e a minha infãncia
transformou num belo
Conto de Fadas
Obrigada à Você, meu Avô!!!
Espero que me deixes
o seu comentário
ou se achares melhor,
deixe-me uma estrelinha
pois com certeza,
" Você é a Estrela Maior!!! "
Beijos carinhosos.
Volte Sempre!!!
Contatos:
Lembranças
da minha Infância
Ainda me lembro
as eternas brincadeiras
de criança
as belas tarde fagueiras,
as noites de lua cheia,
quando corríamos atrás
dos vagalumes,
para iluminar a lâmpada
pendurada na figueira,
onde brincava de casinha
quando era ainda
tão pequena.
A brasa do cigarro que
pensei ser um vagaliume
e que me dissestes para pegar
naquela noite escura
em que pouca luz tínhamos
na nossa rua...
Os brinquedos que fazias,
recortando lata vazia,
soldando e pintando
colando figuras dágua,
para imitar as que existia.
O carrinho com motor
que fizestes com tanto amor
e que tinha até acelerador.
As estórias que ouvíamos
de nosso avô e que eu dizia:
"Quando crescer,
vou escrever para
nunca mais esquecer."
Da bruxa do disco - voador,
que correu atrás de você,
e te fez passar pela porta
de vidro e depois disso,
nunca mais aparecer...
Quanto medo eu tinha
do lobisomem que imaginava
estar sempre a me esperar,
quando eu ia na casa
da minha avó
buscar o mata-mosquito
que minha mãe
sempre esquecia de comprar
e que eu temia
sempre ter que buscar.
Andar à cavalo na fazenda
do outro avô,
ver as ovelhas no pasto
de manhã,
o leite quentinho
na mangueira,
pular a cerca da porteira,
e dar milho às galinhas
que ciscavam pelo pátio
e tantos outros
momentos mágicos
guardados na lembrança,
belas cenas da infância,
que ainda guardo
com carinho.
Depois o silêncio,
o relógio parado no quarto,
marcando a hora da partida,
tão criança ainda.
O frio que senti nessa hora,
o som das batidas na porta,
avisando a despedida,
o adeus e depois a saudade
que sinto ainda agora
e a tristeza que me devora
porque sei que nunca mais
iremos brincar como outrora,
suaves tarde outonais
que não voltarão jamais
e daí onde estás, meu irmão,
sei que ainda ouvirás
o som dos nossos risos
que se perderam
quando partistes
para nunca mais voltar...
Débora Benvenuti
Homenagem ao meu irmão Naor
O Blog Falante
Não fiques aí duvidando,
nem tampouco exclamando.
Não faças conjecturas
nem tampouco travessuras.
Eu sou o Blog Falante,
mas não me confundas
com aquele grilo itinerante.
Eu sou muito mais do que isso:
Sou um Blog Falante!
- Mas quem disse
que Blog fala?
Diria você num rompante.
E eu te diria
que sou mesmo falante.
Quem me criou,
me ensinou,
que eu posso ser
o que eu quiser.
Posso fazer viagens
imaginárias
e habitar corações solitários.
Sei ouvir o silêncio,
mas sei também dialogar
e muitas outras coisas
eu posso falar
e se você duvidar,
é por que não sabe,
quantas coisas eu trago
na minha bagagem,
que estou sempre a carregar.
Nela eu trago sonhos,
muitos deles por sonhar,
mas jamais esqueço,
que ainda os posso realizar.
Aquele livro
que estou por editar,
não demora muito
e estarás a folhar.
Então verás,
por quantos mundos
eu posso te transportar.
Quantos amores
e em quantos corações
eu ainda posso habitar.
Não importa aonde estejas,
como um Blog Falante,
ainda vou te encontrar
e assim te conquistar,
se continuares a vir aqui
me visitar!
Débora Benvenuti











D, [b][url=
), [b][url=
obigado volte sempre, 
Comentários